Que estas "poucas palavras" possam servir para "muitas coisas": um melhor entendimento de nosso tão vasto e complexo mundo, a troca de ideias, o crescimento e o compartilhamento dos valores, a valorização do ser humano...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Roman Polanski e os padres pedófilos
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Oportunidades e mérito - paternalismo ou justiça?
Do mais rico ao mais pobre, o brasileiro em geral padece de uma doença cultural bastante grave: o assim chamado “coitadismo”. Alguns sintomas dessa doença são a visão de si mesmo como eterna vítima das circunstâncias, a falta de esforço pelo crescimento pessoal, o acomodamento, o queixume constante e a mediocridade. O baixíssimo nível de empreendedorismo e a corrida aos concursos públicos como sinônimo de “segurança” são outros sinais da doença do “coitadismo” que acomete a sociedade brasileira.
Somos paternalistas. Gostamos de que nos dêem as coisas que, na verdade, deveríamos merecer, lutar para obter, ganhar com o nosso próprio esforço.
Questão de justiça, porém, é dar oportunidade a todos. Uma vez que todos tenham acesso ao que é justo, devem “chegar lá” os melhores. Um Brasil melhor e mais justo será um país de oportunidades, não um país das cotas.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O COMPROMISSO TRANSFORMA
domingo, 23 de agosto de 2009
Reaparece a Tolerância
Enfim se vê uma manifestação de equilíbrio, bom senso, tolerância, honestidade e respeito. É justo que esta notícia apareça aqui, depois de havermos falado de intolerância. Na decisão da juíza aparece o que se espera de um verdadeiro magistrado: equidade. E o respeito aos valores (de origem religiosa, sim, por que não?) que fundamentam a sociedade brasileira.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Intolerância
Mas não só os grupos religiosos sofrem desse tipo de acusação. Qualquer um, grupo ou pessoa, que ouse levantar-se para externar uma opinião diferente da suposta maioria ou, ainda, contrário ao que dizem certos cientistas, será imediatamente tachado de intolerante e constrangido a calar-se. Se teimar em continuar falando, sua voz será sufocada pelos gritos de seus "tolerantes" acusadores (ou por seus deboches, o que vem a dar na mesma).
Em uma sociedade democrática, qualquer pessoa ou grupo, minoria ou maioria, pode opinar sobre os temas de interesse comum. Ainda que a sociedade, democraticamente, rejeite a opinião desse grupo ou indivíduo, a este deve ser garantido o direito de argumentar a respeito de seu ponto de vista e de ser ouvido. O deboche ("mas isso é um argumento religioso") ou o argumento de autoridade ("isso é uma verdade científica" ou "isso está cientificamente provado") são totalitários e, portanto, anti-democráticos.
Onde está, então, a intolerância? Naqueles que pedem respeito a suas próprias posições e o direito de apresentar seus argumentos? Ou naqueles que impedem qualquer manifestação para fazer valer uma posição arbitrária?
Vivemos o tempo dos contrários, quando intolerantes são os que dizem não ser, mais que os rotulados de sê-lo.